Confuso, confuso.

Quando há coisas que queremos ou por vezes coisas que queremos querer mas não somos queridos ou até não há nada para querer ou nada para nos querer.

Isto já está a ficar muito confuso. Tenho que ver se dou uma arrumadela nesta cabeça.

A verdade é que tenho uma montanha de coisas na cabeça ao mesmo tempo e não estou a conseguir organizar isto. Está tudo confuso, baralhado e muito provavelmente pouco está na minha cabeça e a maior parte estará no meu coração. É que não sei mesmo o que pensar. Por um lado isto é bom porque não consigo fazer quaisquer tipo de filmes, especulações, imaginar coisas, projectar sentimentos, entre outras coisitas engraçadas. Por outro lado, torna-se difícil escrever. Talvez por isso tenha optado por re-compor uma música. Confesso que me deu um certo gozo estar a regravar as samples todas com um som bastante diferente das originais, mais preenchido, recheado, empanturrado. Já está pronta e online

Tenho sono, acho que vou dormir e talvez amanhã escreva algo mais interessante.

Desabafos

O que nos acontece quando vamos atrás de algo e não conseguimos apanhar esse algo? Ficamos desiludidos, pois claro.

Não é bem esse o termo que eu usaria para definir o que vou sentindo aqui e ali. Não estou desiludido, nem decepcionado, nem … nem sei o que estou. Há algo que eu quero, muito, e não estou a conseguir lá chegar. Faço um esforço, tento, vou atrás do que quero, mas aquilo que desejo está sempre a escapar-me pelo meio dos meus dedos. É como se eu estivesse a tentar agarrar água com as minhas mãos.

E no entanto não me sinto triste ou desiludido. Sinto-me sim, um pouco frustrado; com aquela sensação de estar a “trabalhar para aquecer”. A frustração pode ser algo perigoso, pesado, já passei por momentos muito duros de frustração, sensação de impotência. E neste momento estou mais a puxar para o conformado. Não, também não é isso. Não sei que palavra usar para descrever o que sinto.

É uma mistura de:

Estar com uma sensação um tanto ou quanto apática a puxar mais para o relaxado ou paciente; conformado no sentido de encolher os ombros e dizer “oh well!”; um pouco de tristeza, com recheio de tranquilidade e aceitação dessa tristeza; quando fecho os olhos quase que consigo libertar a mente de qualquer pensamento, ou melhor, reconhecer os pensamentos e deixá-los estar.

O mais curioso é que eu sinto sempre algumas destas coisas e muito mais, no entanto neste momento esta lista de coisas misturadas corresponde aproximadamente ao que sinto presentemente. Não me lembro de ter sentido tanta coisa ao mesmo tempo. É bem possível que já o tenha sentido, nunca fui muito bom a reconhecer aquilo que sentia; só recentemente comecei a conseguir perceber o que sinto mais ou menos quando o estou a sentir. Talvez esteja num plano mais equilibrado da minha vida, talvez seja outra coisa. Sei que cresci, e continuo a crescer. À medida que o tempo passa vou conseguindo olhar mais para dentro de mim e reconhecer o que lá se passa. É claro que estar sozinho faz com que isto seja muito mais fácil porque só tenho que lidar comigo mesmo e no entanto mudei algo. Não sei se mudei muito ou pouco, apenas sei que mudei.

Ah… e para acrescentar a isto tudo, estou cansado. Sinto-me energeticamente cansado. Se bem que ultimamente o esforço tem sido grande. Preciso de descansar e fortalecer-me; proteger-me.

Vou dormir… Boa noite.

Criaturas de hábitos

Somos de facto criaturas de hábitos, estamos acostumados a fazer as mesmas coisas, que nos deixam confortáveis, que nos fazem sentir seguros. É difícil quebrar essas rotinas, sair da zona de conforto. De vez em quando conseguimos quebrar o hábito. Não saímos necessariamente do conforto, no entanto algo está diferente.

Alguns hábitos são mais facilmente quebrados ou substituídos, outros nem por isso.

Nos tempos recentes, tenho mudado vários hàbitos. Confesso que o facto de estar sozinho ajudou e não só, deu-me o empurrão necessário para mudar esses hábitos.

Coisas que não fazia antes fazem agora parte da minha rotina, pensamentos que antes não tinha, estão agora na minha mente e vice-versa.

Tinha horários quase definidos para fazer várias coisas e actualmente está tudo do avesso.

Gosto desta mudança, aliás, gosto de quase qualquer mudança. Vou sentindo coisas boas, outras más ou se calhar não são más nem boas, simplesmente são.

Observo-me calmamente, observo tudo à minha volta. Sigo numa fase de introspecção e extrospecção.

Writer’s block… or not

I am going through a bit of a rough spot with my writing. I start writing something and stop after one or two paragraphs. I simply lose my inspiration. I write and delete, and write and delete and it all comes to nothing. Paper going into the trash. In the old days, I would write about my “downs” and also my “ups”, I would write just about everything. But I guess I’m a changed person; I’m having difficulty writing about anything. I used to write about useluss stuff, ficcion, reality, happy, sad, it didn’t matter. Now, I’m trying hard to write and nothing ever comes out.

Well, I AM writing this.

But even so it was not what I wanted to write about. I want to write about all the hurricane like feelings that I’m feeling. All that I feel: happy, sad, lonely, peaceful, angry, quiet, noisy, everything. And yet I write about my inability to write about all that I want to write.

I am sad, or maybe, sad is too strong a word. I’m melancholic. Yes, that’s it. Nostalgic about days long gone that will never return. And I’m also hopeful, for new days that are to come. I miss talking until my toungue fell off. I miss having a listener. And I am not sad. I just feel a bit down and nostalgic.

Friends tell me that I need to come out of my shell and go talk to people. And yet, I don’t want to come out of my shell. Meeting new people to me is not just a matter of “stepping out of my comfort zone”, it’s a huge effort on me and my emotions. Deep down I know that nothing bad will happen, but it’s such an energy drain that I just feel exhausted afterwards.

And yet all it takes to soothe me is one simple and soft touch.

Os animais

http://activa.sapo.pt/tv/tv_cronicas/2012/04/12/cronica-de-rodrigo-guedes-de-carvalho-contra-as-bestas-pelos-animais

Excelente crónica, no entanto, apesar de concordar com o Sr. Rodrigo, a minha opinião vai um pouco mais além.
“(…)Os animais não podem ser equiparados a objectos porque… porque… não são objectos.
(…)”

Em quase todos os discursos e opiniões vejo o ser humano a tentar equiparar os animais aos humanos, seja para a defesa dos animais ou para os atacar; o que o ser humano se esquece em todas as ocasiões, é que nós (seres humanos) somos animais, tal e qual como os cães, os gatos e todos os seres animais desde planeta. Sim, sejamos nós bons ou maus para os animais, temos a grave e cruel tendência para assumir que “Animal: Ser vivo irracional, por oposição ao homem.” (é uma das definições do diccionário), no entanto se olharmos bem para o mesmo diccionário, a primeira definição é para mim a mais correcta: “Ser vivo multicelular, com capacidade de locomoção e de resposta a estímulos, que se nutre de outros seres vivos.” (Humanos incluidos nesta definição).

Posto isto, eu, como animal que sou, trato todos os outros animais deste planeta com o mesmo respeito que tenho por mim próprio. Respeito as suas diferenças, aceito-as e lido com elas. Recuso-me a invadir o espaço de outro animal da mesma forma que recuso que outro animal invada o meu espaço. Acredito que o “bem” e o “mal” não existem fora do ser humano. O ser humano é o único ser deste planeta que mata sem ser para comer ou protejer o seu território e a sua família. Quando um animal dito “selvagem” ataca um animal humano não o faz por “dá cá aquela palha”, fá-lo sim porque se sente ameaçado, porque está a protejer as suas crias, porque tem fome e necessita de comer, porque o animal humano está a invadir o seu espaço pessoal.

É desta forma que escolhi viver a minha vida deste muito cedo e tavlez isto tenha feito com que eu nunca tivesse sido atacado por um cão de rua (não foi por falta de medo) já cruzei caminhos com cães que metiam medo, no entanto eu reconheci o espaço deles e deixei-os em paz, da mesma maneira que eles me deixaram em paz, cada um no seu próprio território, sem invaões ou intrusões.

Perguntas

“Vamos ser HUMANOS.” (quando se referem a termos compaixão, etc.) De onde vem esta expressão? Porque razão somos nós tão arrogantes ao ponto de pensar que enquanto espécie somos o supra-sumo da caganita do Universo? Será que o ser humano não se apercebe que é é apenas um monte de células tal como qualquer outro animal neste planeta?

This is just amazing.

Há muito que mantenho uma noção muito clara sobre o que são “reclamações”, serviços de apoio a cliente, etc. E sempre mantive a opinião que o cidadão Português não sabe reclamar (isto, de uma forma muito geral claro, há sempre excepções).
Normalmente o cidadão ordinário não tem consciência dos seus direitos nem dos seus deveres enquanto cliente; sim, porque isto de ser cliente e do cliente ter sempre razão é muito subjectivo. Um cliente tem direitos e sim, tem deveres; tem, por exemplo, o dever de ler o contrato todo antes de o assinar. Não faz sentido nenhum que uma pessoa assine um contrato sem o ler e depois reclamar por causa de algo que não concorda, mas que está explicado no contrato.
Mas é óbvio também que a maior parte das empresas faz os seus contratos de uma forma quase ilegível, ou pelo menos, extremamente díficil de entender.
Quando o cliente habitual é conforntado com uma situação “anormal” ou mesmo de quebra de contrato por parte da empresa com quem celebrou esse contrato, invariavelmente, a primeira reacção dele é ligar para o “call-center” dessa empresa a reclamar para a tentar resolver.
Até aqui, tudo me parece bem. Mas é a partir deste ponto que a “porca torce o rabo”.

Vamos imaginar uma situação hipotética (mas que acontece a muito boa gente).
Um cliente tem um serviço de televisão, internet e telefone com uma empresa qualquer (seja ela qual for, são todas muito semelhantes, só muda o nome). Imaginemos agora que um ou todos os serviços em causa falham, não interessa qual é o motivo, trata-se simplesmente de uma avaria.
O cliente pega no telemóvel e liga para a linha de atendimento a clientes. É atendido por um “robot”, que é obrigado pelos seus patrões a fornecer frazes pré-feitas e outras coisas que tal. (menos um ponto para as empresas). Entretanto quando o cliente começa a sua reclamação (após as intros habituais), muitas vezes fá-lo com uma coisa deste género:
– “Bom dia, gostaria de saber porque é que estou sem internet?” (pergunta o cliente com um tom de voz irritado)(Com razão para estar chateado, no entanto o assistente não tem culpa que o cliente tenha acordado com os pés de fora. Além disso a vontade de ajudar o cliente aqui diminui logo)
– “Bom, diga-me como é que estão as luzes do modem/router”
-“Estão a piscar”
– “E dá algum erro quando tenta abrir alguma página?”
– “Não sei qual é o erro, a internet é que está avariada” (Cliente fica ainda mais irritado)
– “Podemos então fazer alguns testes para despistar a situação?”
– “Eu não quero fazer testes nenhuns, quero é que vocês me ponham a internet a funcionar! Seus incompetentes, é sempre a mesma coisa, blá, blá, etc. etc.”.

É claro que exagerei a dose nesta situação. Embora haja pessoas assim, felizmente são menos do que parece.
Com isto, mostro a perspectiva dos assistentes de call center.
Há também os ditos assistentes que são mesmo incompetentes, e não são tão poucos assim. Normalmente usam as desculpas de “Há e tal, é temporário” ou “pagam-me mal”, entre muitas outras. Se não gostam do trabalho que fazem, mudem de trabalho.

Bem, não me quero alongar muito.

O assunto sobre o qual eu queria escrever é outro (mente divagatória); Recentemente surgiu uma situação numa conta que tenho online num serviço norte-americano. É uma conta paga e como tal tenho direito a suporte 24h/7. Basicamente o que aconteceu foi: Vindo do nada, sem qualquer motivo ou justificação por parte da empresa, a minha conta foi bloqueada. Imediatamente verifiquei se haveria algum problema da minha parte. Os pagamentos estão em dia, não houve qualquer “ilegalidade” da minha parte.
Como qualquer pessoa razoável, abri um ticket no help desk dessa empresa. Até aqui, estava chateado porque tinha a conta bloqueada sem qualquer justificação para tal, mas enfim, erros acontecem.
Entretanto já lá vão oito dias e nada. Nem sequer uma resposta. A minha conta continua bloqueada, não tenho qualquer indicação de que aquela malta está viva. Claro, os pagamentos estão neste momento cancelados por mim.
Portanto, neste momento qualquer razão que eles pudessem ter, já a perderam; e eu estou pior que estragado.

Portanto aqui vai disto.

North Americans, those from the Unites States of America, are a stupid people. Sometimes i wonder why the entire world puts up with those brats.Yes, as a country they are children, pure brats. Stupid, idiotic, dumb,

Talvez não seja muito original…

… mas apeteceu-me.

<?php

mysql_select_db("WC") or die(mysql_error());
echo "Connected to Database";

$wc = mysql_query("SELECT * FROM WC WHERE temperatura = 'Morna'")or die(mysql_error());

while ($row = mysql_fetch_array($wc))
{
for($banho = 30; $banho <= 30; $banho++)
{
echo $row["agua"];
echo $row["shampoo"];
echo $row["gel"];
echo $row["pasta_dentes"];
echo $row["espuma_barba"];
}
}
$fim_banho = mysql_query("SELECT * from WC where owner = 'Ele'");

$row = mysql_fetch_array($fim_banho);

echo $fim_banho["Toalha"];
echo $fim_banho["Pente"];
echo $fim_banho["Roupa"];

exit;
?>