Exactly…

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Is there a religion that is superior morally and spiritually with respect to all others? I strongly believe the answer is no. Sure, religions differ from one another in their outward trappings, in the Gods their followers worship, in the customs and rituals which their practitioners observe. But upon closer inspection, the underlying heart and central principle in every religion is the same. Every religion boils down to love, to a respect for all living things, to choosing peace over violence as a means of resolving a conflict. The essence is universal; it is only the means to the end that varies. – Li Lian Jie (Jet Li)

Yoshida

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Nada de nada

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Numa vã tentativa de ser literário na escrita muita gente escreve grandes palavrões literários, com estilos de escrita do mais rebuscado que se possa imaginar, como se isso de alguma forma os fosse apróximar dos grandes autores da nossa literatura.
Talvez eu esteja simplesmente numa de “corte e costura”, ou talvez esteja apenas rabugento. Desde já informo que não estou rabugento. Estou cansado, um pouco saturado, a precisar de umas boas férias, mas não estou c’a rabuja. Por outro lado, também não estou numa de falar mal; e acima de tudo não estou a “atacar” ou criticar ninguém em particular.
Estou apenas com vontade de expressar a minha opinião sobre um assunto qualquer e foi este o que me surgiu à ideia.
Conforme estava a dizer no inicio do texto, há pessoas que escrevem numa tentativa de imitar os grandes autores, no entanto é apenas isso que fazem, imitam; parafraseando o meu amor: “não escrevem o que lhes vai na alma!”. São assim as coisas da escrita, há quem escreve aquilo que se passa lá dentro sem qualquer tentativa de ser literário. Creio que uma texto, um livro, um conto, para ser bom não necessita de grandes estilos literários ou grandes palavrões, basta que tenha uma só coisa: que dê prazer a quem o escreve. Se alguém lê e gosta, óptimo, é sinal que se identifica com o que lê, ou que simplesmente gosta porque sim. Se não gosta, isso não faz que a escrita seja má.
Um best-seller não é propriamente um excelente livro. Há imensos best-sellers que eu simplesmente detesto; por exemplo, não consigo ler Saramago ou Lobo Antunes, aliás, há muito poucos autores portuguêses que eu não consigo ler, no entanto isso não faz com que sejam maus autores, simplesmente não aprecio a forma de escrita deles. Umbertro Eco por exemplo, adorei pelo menos dois livros dele e há outros que nem sequer consigo passar das primeiras páginas.
No fundo, a literatura é como a música, a pintura, a escultura, etc. não há livros bons nem livros maus. Há apenas livros que gostamos e livros que não gostamos, uns que nos dão prazer ler e outros que nem por isso.

This is just amazing.

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Há muito que mantenho uma noção muito clara sobre o que são “reclamações”, serviços de apoio a cliente, etc. E sempre mantive a opinião que o cidadão Português não sabe reclamar (isto, de uma forma muito geral claro, há sempre excepções).
Normalmente o cidadão ordinário não tem consciência dos seus direitos nem dos seus deveres enquanto cliente; sim, porque isto de ser cliente e do cliente ter sempre razão é muito subjectivo. Um cliente tem direitos e sim, tem deveres; tem, por exemplo, o dever de ler o contrato todo antes de o assinar. Não faz sentido nenhum que uma pessoa assine um contrato sem o ler e depois reclamar por causa de algo que não concorda, mas que está explicado no contrato.
Mas é óbvio também que a maior parte das empresas faz os seus contratos de uma forma quase ilegível, ou pelo menos, extremamente díficil de entender.
Quando o cliente habitual é conforntado com uma situação “anormal” ou mesmo de quebra de contrato por parte da empresa com quem celebrou esse contrato, invariavelmente, a primeira reacção dele é ligar para o “call-center” dessa empresa a reclamar para a tentar resolver.
Até aqui, tudo me parece bem. Mas é a partir deste ponto que a “porca torce o rabo”.

Vamos imaginar uma situação hipotética (mas que acontece a muito boa gente).
Um cliente tem um serviço de televisão, internet e telefone com uma empresa qualquer (seja ela qual for, são todas muito semelhantes, só muda o nome). Imaginemos agora que um ou todos os serviços em causa falham, não interessa qual é o motivo, trata-se simplesmente de uma avaria.
O cliente pega no telemóvel e liga para a linha de atendimento a clientes. É atendido por um “robot”, que é obrigado pelos seus patrões a fornecer frazes pré-feitas e outras coisas que tal. (menos um ponto para as empresas). Entretanto quando o cliente começa a sua reclamação (após as intros habituais), muitas vezes fá-lo com uma coisa deste género:
– “Bom dia, gostaria de saber porque é que estou sem internet?” (pergunta o cliente com um tom de voz irritado)(Com razão para estar chateado, no entanto o assistente não tem culpa que o cliente tenha acordado com os pés de fora. Além disso a vontade de ajudar o cliente aqui diminui logo)
– “Bom, diga-me como é que estão as luzes do modem/router”
-“Estão a piscar”
– “E dá algum erro quando tenta abrir alguma página?”
– “Não sei qual é o erro, a internet é que está avariada” (Cliente fica ainda mais irritado)
– “Podemos então fazer alguns testes para despistar a situação?”
– “Eu não quero fazer testes nenhuns, quero é que vocês me ponham a internet a funcionar! Seus incompetentes, é sempre a mesma coisa, blá, blá, etc. etc.”.

É claro que exagerei a dose nesta situação. Embora haja pessoas assim, felizmente são menos do que parece.
Com isto, mostro a perspectiva dos assistentes de call center.
Há também os ditos assistentes que são mesmo incompetentes, e não são tão poucos assim. Normalmente usam as desculpas de “Há e tal, é temporário” ou “pagam-me mal”, entre muitas outras. Se não gostam do trabalho que fazem, mudem de trabalho.

Bem, não me quero alongar muito.

O assunto sobre o qual eu queria escrever é outro (mente divagatória); Recentemente surgiu uma situação numa conta que tenho online num serviço norte-americano. É uma conta paga e como tal tenho direito a suporte 24h/7. Basicamente o que aconteceu foi: Vindo do nada, sem qualquer motivo ou justificação por parte da empresa, a minha conta foi bloqueada. Imediatamente verifiquei se haveria algum problema da minha parte. Os pagamentos estão em dia, não houve qualquer “ilegalidade” da minha parte.
Como qualquer pessoa razoável, abri um ticket no help desk dessa empresa. Até aqui, estava chateado porque tinha a conta bloqueada sem qualquer justificação para tal, mas enfim, erros acontecem.
Entretanto já lá vão oito dias e nada. Nem sequer uma resposta. A minha conta continua bloqueada, não tenho qualquer indicação de que aquela malta está viva. Claro, os pagamentos estão neste momento cancelados por mim.
Portanto, neste momento qualquer razão que eles pudessem ter, já a perderam; e eu estou pior que estragado.

Portanto aqui vai disto.

North Americans, those from the Unites States of America, are a stupid people. Sometimes i wonder why the entire world puts up with those brats.Yes, as a country they are children, pure brats. Stupid, idiotic, dumb,

So cute…

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Encontrei isto:

cat by ~tea00

Que must…!

“Bones” and a cat…

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Dr. Camille Saroyan: Well, it’s a pickle. The lab’s a crime scene, but we need to access it to investigate the crime.
Angela Montenegro: A “cake and eat it too” situation.
Dr. Zack Addy: Well, is it a pickle or a cake?
Dr. Jack Hodgins: It’s Schrodinger’s cat.
Dr. Zack Addy: -brightens- That I understand. -frowns- Cakes and pickles meant nothing to me.

Espionagem à boa moda Portugeza

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Na noite de… ás… horas, vi entrar na casa n.º… da rua de… um individuo magro, trigueiro, nariz comprido e de oculos, que se me constou ser empregado d’um judeu lá para os lados de… Sahiu da mesma casa ás… horas e tambem se me constou que assistiu com mais vinte e tantos individuos a uma reunião secreta.”

in: A Revolução Portugeza: O 5 de Outubro  por João D’Abreu

Para ti…

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Que máximo… 🙂

Politicas, economias, crises e o povo…

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Há muito tempo atrás prometi a mim mesmo que não iria escrever sobre estes assuntos no meu blog; No entanto isso não significa que eu seja imune a eles. Hoje, após mais um e-mail com uma “super” crónica de alguém que não conheço e nunca ouvi falar, resolvi escrever eu a minha própria crónica. Talvez verborreica mas nada metafórica.

Diz-se que vivemos em crise, diz-se que a crise está cada vez pior; As pessoas queixam-se que não ha dinheiro, queixam-se dos impostos que foram aumentados entre muitas outras coisas.

No entanto a população em geral (salvo várias excepções, não quero ser tão generalista), abandona todo este pranto assim que a selecção nacional entra em campo. Durante esses noventa minutos já não há qualquer crise, a falta de dinheiro não é assim tanta que não se possa pagar a bendita mensalidade do “canal de  bola por cabo”, “Impostos?! O que é isso?.”. Entretanto os noventa minutos acabam, tá na hora de ir para o café comentar o jogo e, ou talvez quem sabe, aliviar um pouco o queixume da crise.

Assisto de plateia a uma oposição política deste país que sem ter qualquer força real, está plenamente convencida que “ser da oposição” significa “ser do contra”. Assisto também a uma série de figuras públicas e outras não tão públicas a atacar o Sr. José Sócrates. (Não uso o título Eng. ou Dr. ou outro qualquer porque tanto quanto sei isso não faz parte do nome de uma pessoa). Não estou de forma alguma a defender o Sr. José Sócrates, isso é trabalho dele; estou apenas a tentar entender o que é que passa pela cabeça de meia-dúzia de figuras públicas e não tão públicas e também de uns quantos milhões de Portugueses, para passaram uma grande parte do seu tempo a criticar, a mal-dizer, a tentar “derrubar” a figura que está no poder, em vez de pensarem na sua própria vida.
O que é que me interessa a mim qual é o curso que o Sr. José Sócrates tem? Eu quero lá saber se ele é engenheiro ou não ou apenas diz que é. Isso não vai mudar em nada a maneira dele ser, nem a maneira dele governar.
“Ah, mas a mentira! É inadmissível ter um governante que mente!” Dirão muitos ao ler isto.
Foda-se!!! Quantos neste planeta nunca mentiram?!?! Quantos intrujas não fizeram fortunas com base na mentira? Quantos membros da assembleia nunca mentiram?

E quanto ao povo, esclarecido, iluminado e sabão (para quem não sabe, defino sabão como um sábio que sabe tudo o que há para saber), já vi que não interessa o que é que se passa na vossa vida, o que importa é que estamos em crise, que a coisa “tá preta”, que o governo é mentiroso, blá, blá, blá. e temos que nos queixar disso, temos que nos revoltar contra isso, etc.
Caros Portugueses, se não estão contentes com o nosso governo, porque razão é que votaram nele?! Enfim, se fosse o primeiro mandato, ok, o rapaz era ligeiramente desconhecido, até tinha bom aspecto e tal. Mas não, borá lá elegê-lo uma segunda vez.. irra qu’isto é burrice.!!!
E para quem diz que nem sequer votou só posso dizer “temos pena, para a próxima votem em branco ou na oposição. Talvez assim o actual governo não tivesse sido eleito uma segunda vez”.. mas não, se não houvesse crise e dificuldades e impostos as pessoas não tinha assunto de conversa no café, deixava de haver queixume para fazer. E quanto às figuras públicas e outras não tão públicas, já não podiam escrever grandes crónicas verborreicas e metafóricas a mal-dizer tudo e todos.
É claro que há ainda aqueles que votaram em branco ou na oposição, sim, esses acho que mereceram o direito de se queixarem. Mas mesmo assim, não abusem; demasiado queixume é chato.

Ah, é verdade, já me is esquecendo. A última queixa é o aumento dos impostos.Pois é… que horror, o iva aumentou de 20% para 21%. Em primeiro lugar parece que as pessoas se esquecem que o IVA já esteve a 21% e toda a gente sobreviveu. Em segundo lugar, não é este um por cento a mais que me poderia preocupar. O que me preocupa é que enquanto que o IVA aumenta um porcento, os vendedores, comerciantes, fornecedores, etc. aumentam os seus precços em cinco ou seis por cento. Então afinal como é? Segundo as leis básicas da matemática, se o IVA aumentou um por cento, os preços deveriam, subir também um por cento e os lucros iriam manter-se os mesmos, certo?! Mas não, este aumento de um por cento, é a desculpa perfeita para se aumentar os preços exponencialmente, duplicar ou triplicar os lucros e deitar as culpas na crise e no governo e no aumento dos impostos.

Resumando e baralhindo, estamos em crise, or so they say! Pois eu digo que não; não estamos em crise.

Quote/Unquote

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“Music is a Place to take Refuge. It’s a Sanctuary from Mediocrity and Boredom. It’s Innocent and it’s a Place you can loose yourself in Thoughts, Memories and Intricacies…” Lisa Gerrard.