Fónix, não chega já?

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O homem perdeu as eleições, demitiu-se, retirou-se da vida política, no entanto toca lá de bater nele. Aquilo que mais se vê por aí em posts, comentários, algumas notícias de jornais são textos a bater no ceguinho. Já todos nós sabemos que o Sócrates é isto e aquilo, já todos nós sabemos que ele fez isto e aquilo e que não fez qualquer coisa.

Será que anda tudo tão ceguinho assim? Anda tudo burro das ideias?

Peço desculpa se estou a ofender alguém, não é essa a intenção, mas isto já cansa. Sempre a bater na mesma tecla.

Se o patrão é mau, pois a culpa é do Sócas! Se a vida corre mal, a culpa é do Sócas! Se estou com prisão de ventre; ah a culpa é so Sócas.

Será que ele é a única pessoa do País que fez asneira? Ele conseguiu realmente fazer isto tudo sózinho? Não teve a ajuda de mais ninguém? Chiça que o gajo é bom!!!! (NOT!!!!!!)

Já chega, mudem de assunto, falem de outras coisas diferentes, ou o Sócrates foi promovido a Piñata?

P.S. – Esta crise não se fez em seis anos, está bem?

Procura-se escravo

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Por acaso não estou à procura de trabalho, mas de vez em quando gosto de ver o que há de ofertas e enviar uns CVs para aqui e para ali.
Hoje deparei-me com uma oferta de emprego (dizem eles) que é das coisas mais absurdas que eu já vi; é algo assim:

Programador de Informática, mínimo 12º Ano de escolaridade, bom conhecimento de Inglês, lido, falado e escrito, com experiência forte em Microsoft .NET 2.0 (ou superior), C#, Microsoft SQL Server 2005/2008, TSQL e Ajax com ASP.NET.
Contrato a termo (6 meses), full-time, 500€ + 6€ de Subs. de Refeição.

Basicamente pedem um supra-sumo da caganita, que saiba programar em várias línguas, que esteja disponível para trabalhar apenas durante seis meses por meia dúzia de tostões.

Esta gente droga-se? Andam, se calhar, a snifar tubos de escape?

Bem sei que estamos em crise, bem sei que as coisas não estão fáceis para as empresas, mas isto é literalmente estar a gozar com uma pessoa. Infelizmente, este tipo de ofertas abundam e dão resultado porque há sempre quem as aceite (não têm outra opção); Sinceramente este tipo de coisas dá-me a volta ao miolo. Não compreendo como é que estamos a entrar num sistema de escravatura paga. E não me venham cá dizer que a culpa é do Sócrates porque este tipo de “ofertas” já existia muito antes desse fulano ter ido para o governo. Não, a culpa não é única e exclusivamente do Governo. A culpa, se houver alguma, é de todos nós.
É de todos nós porque fomos nós que elegemos o governo actual e todos os outros governos desde 1974 para a frente, porque somos um povo que vive da cultura de tentar entalar o próximo (consecutivamente), da cultura da má-lingua acompanhada de umas minis e uns tremoços.

Enfim, nem vale a pena entrar por aí.

Há dias destes

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Creio que todos nós passamos por dias assim, mais “mortiços”; Não me apetece fazer nada, acho que estou com um caso de preguicite monstra aguda. É que nem sequer me apetecia estar na praia a apanhar sol. Isto porque se estivesse na praia neste momento, estaria deitado na areia, a encher-me de areia por todos os lados e a torrar com o sol que está, e depois dava-me vontade de ir ao banho, mas depois a água está gelada como é habitual, além disso ter que me levantar para ir até à água dá muito trabalho, e a distância ainda é considerável. Percorrer aqueles dez metros até à água é muito cansativo para quem está neste estado de preguiça; e ainda por cima para ter que entrar na água aos “cadinhos” porque está gelada. Mas apesar desta preguiça toda, estou a constatar que a minha mente não está tão preguiçosa assim. Vai na volta até não estou tão preguiçoso assim. Acho que estou num daqueles estados meio marados em que me apetece fazer tudo e ao mesmo tempo não me apetece fazer nada. Não é que esteja cansado, porque na verdade até não estou. Pelo menos está a dar-me para escrever, o que é bom porque já não o fazia há algum tempo.
Ah… já chega… vou para casa.

Há coisas que me fazem confusão.

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Afinal somos um País soberano ou nem por isso?
Não tenho o hábito de acompanhar as nótícias, não há pachorra para aturar tanta “crise” e “desgraça” que ocorre por este planeta; no entanto há sempre comentários que se ouvem, conversas de café; não há forma de escapar a saber pelo menos um pouco do que se diz nas notícias.

Ultimamente tem-se “noticiado” que as agências financeiras internacionais nos classificam como lixo.

Em primeiro lugar gostaria de saber quem ou o que são essas agências. Bem, não sou tão burro assim, eu sei que se tratam de uma agências que fornece “Credit Ratings” e outras inutilidades do género. O que eu não entendo é porque raio é que a banca Portuguesa se borra toda (quase literalmente) quando se fala nos ratings de qualquer entidade financeira internacional.
Portanto, se os “carolas” de uma agência destas decidirem que não gostam de Portugal ou da nossa banca, limitam-se a enviar uns relatórios que nos classificam como “lixo” e a nós temos que baixar as calcinhas e rezar para que tenham vaselina?

Pergunto eu: “Devemos algo a estes senhores?”, “Quem é que reconhece a autoridade destas agências?”
Mais importante: “COMO É QUE UMA EMPRESA PRIVADA TEM PODER ACIMA DE GOVERNOS?”
É por ser independente e imparcial? Creio que isso de ser independente e imparcial depende apenas do sítio de onde vem a guita.

Eu considero-me um “analfabruto” no que diz respeito a economia, confesso que é algo que me faz muita confusão. Para mim as coisas são tão simples como: “Eu dou-te pão e tu dás-me leite, etc.”

Vivo num País que tem a sorte(creio que inteligência) de não se meter em confusões, entenda-se com isto: GUERRA; não andamos por aí a invadir Iraques nem outros Países.
É um País onde quem quer entrar pela via de “encher o bolso e entalar o vizinho no processo”, fá-lo sem qualquer problema, desde que o saiba fazer e tenha uma boa dose de falta de vergonha. O pior que pode acontecer é meia-dúzia de cabeçalhos nos jornais, um escandalozeco de segunda e umas quantas horas de má-língua pelos cafés Portugueses.
Um País onde elegemos uma pessoa para Primeiro Ministro (duas vezes) e depois nos preocupamos porque o Sr. Primeiro Ministro mentiu ao dizer que é Engenheiro quando afinal parece que não é.
Um País onde o governo, começando a ver dificuldades financeiras nos cofres do estado, começa a implementar “medidas de austeridade” e cortes orçamentais, os tais PEC (esta sigla parece-me uma coisa bem mais sexual do que propriamente económica, mas enfim), apenas para ver uma oposição que acha que a sua única e exclusiva função enquanto membros da assembleia é “SER DO CONTRA”: “Epá, o governo apresentou esta proposta!”.
Um País onde assistir a uma sessão da Assembleia da República é um dos melhores remédios para insónias que existe. (atenção, acredito sinceramente que há quem tente mesmo fazer algo de útil na assembleia, mas infelizmente não tem força política para o fazer).
Um País onde se falar em “Geração Parva” e manifs e “vamos à luta” e no entanto a dita Geração Parva, limita-se a fazer manifs e (once again) falar mal das coisas nos cafés com os amigos. Ah… além de falar mal nos cafés, agora também se fala mal na net, blogs, facebooks e afins.

Antes de mais, não me estou a queixar. Não tenho o direito de me queixar do governo, ou de como as coisas estão más. Abdiquei conscientemente desse direito quando decidi não votar. Talvez eu pudesse fazer algo mais para mudar tudo, talvez pudesse enveredar pela carreira política; sempre ouvi dizer que para se mudar algo tem que se começar de dentro.
Sim, poderia de facto ir para político, creio que até tenho inteligência suficiente para isso, no entanto não o faço por uma simples razão. Acho que é extremamente desgastante estar a falar com paredes.
Quando por acaso passo com a vista pelo canal da assembleia, ouço alguns segundos, só por curiosidade e a única coisa que vejo são Paredes. Paredes a bater em Paredes.

Temos um partido dominante (o governo) que diz “Sim” e do outro lado temos os restantes partidos (uns com mais deputados que outros), a tal de oposição, que se limita a dizer “Não”; já para não falar nos “mimos” e gargalhadas que se trocam. Creio que nenhuma das partes envolvidas no governo deste País escuta o que a outra parte está a dizer. Limitam-se a “cortar as pernas” uns aos outros.
Enquanto isto tudo decorre, há quem esteja preocupado com o FCP ou com o SLB, há ainda os “resistentes” que estão preocupados que o Sr. Engenheiro afinal não é Engeheiro (mesmo após se ter demitido), há outros que se preocupam com o que dizem as agências financeiras internacionais.

De facto essa do “sermos lixo” é engraçada. Porra, tem andado aqui a bater-me na cabeça. Mas quem é que esses idiotas pensam que são?

No fim disto deixo apenas uma pergunta a todos os portugueses, Governantes, Banqueiros, todos:

Somos um País soberano ou nem por isso?

Publicidade gratuita

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Aparentemente tenho a possibilidade de ganhar um “piqueno” prémio se publicar isto. Como o produto é de facto fantástico e não me importava nada de ganhar o prémio aqui vai.

Já saiu o Fruity Loops 10. Podem vê-lo em acção aqui.

A Saga dos call-centers.

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Acho que é tremenda a maneira como as empresas em geral se escondem atrás de um call-center. É um facto que é muito mais simples para nós (clientes) ligar para um número para resolver um problema ou fazer um pedido qualquer do que ir a uma loja para o mesmo efeito. De facto é muito mais rápido ligar para um call-center a reportar uma avaria do que ir a uma loja, principalmente se a avaria ocorrer fora do horário de expediente.
Aquilo que nos é apresentado como uma maneira mais simples de apresentarmos as nossas “reclamações” é no fundo uma forma de proteger a própria empresa contra essas reclamações. Principalmente quando uma grande parte das pessoas “não sabe” reclamar.
Sim, é verdade, não se sabe reclamar em Portugal; e talvez seja assim também no resto do mundo, mas desconheço como reclamam as outras pessoas pelo mundo fora.
Pondo as coisas de uma forma muito generalizada, uma grande parte das pessoas que reclama, limita-se a pegar no telefone, insultar quem quer que atenda, ameçar que faz isto e que faz aquilo, em vez de tentar resolver a situação.
Qualquer empresa tem os seus próprios procedimentos; claro que nós, enquanto consumidores não temos que saber quais são, mas os assistentes que nos atendem, sabem-nos e são obrigados por contrato(por muito precário que seja) a cumpri-los. Alguns assistentes explicam-nos que é assim que a coisa se passa. No entanto recusamo-nos constantemente a aceitar isso e queremos é que a empresa nos ofereça tudo, porque o serviço é uma porcaria, ou algo parecido.
Tendo trabalhado num call-center, sei bem o que se ouve do outro lado do telefone. Sei por exemplo que quanto mais o cliente me insultava, quanto mais ameaçava que ia à Deco ou que ia mudar de serviço, menos vontade eu tinha de o ajudar. Apesar de estar a reclamar por causa de um serviço que era fornecido pela empresa que me contratou, apesar de não ser pessoal, eu é que tinha de ouvir. Talvez as pessoas pensem que eu como operador, funcionário dessa empresa, ao ouvir aquelas verborreias de insultos me iria virar contra os patrões e reclamar também. Wrong!!! Eu ficava, por vezes, f**** da vida porque sou um ser humano a ouvir outro ser humano a tratar-me que nem lixo; pior ainda, por mais razão que o cliente tivesse, eu, pessoa viva e com individualidade, não tinha nada que estar a ouvir aquelas coisas. Resultado? Ficava irritado, a situação do cliente poderia ou não permanecer na mesma, dependendo daquilo que eu podia fazer, e o cliente continuava também extremamente irritado.
Recentemente tenho-me deparado com quebras constantes no meu serviço de internet. Liguei várias vezes, recebi vários técnicos cá em casa, testou-se tudo e mais alguma coisa e nada melhorou. Em todos os telefonemas que fiz, nem uma vez fui mal-educado, nem uma vez levantei a voz; mesmo quando o assistente que me atendia começava a fazer perguntas de “guião” (conforme são obrigados a fazê-lo) eu limitava-me a dar as respostas pretendidas. Sendo eu técnico de informática há alguns anos, sei que o problema reside no equipamento que cá tenho e como tal, pedi para me instalarem um equipamento novo. Nessa altura pediram para fazer mais testes e para vir cá um técnico novamente e que caso o técnico verifique avaria no equipamento, trocam por outro igual. Quando pedi um equipamento novo, disse que queria um diferente e não outro igual, porque o que tenho não está avariado, simplesmente não aguenta com a utilização que lhe dou. Os próprios técnicos me confirmam essa informação.
Muito calmamente expus a situação conforme eu a vejo:
Tanto eu como os técnicos que já cá vieram sabem que o problema está no equipamento e que não é defeito, é feitio. Informei calmamente que quando o técnico cá vier terá que trocar o equipamento por outro diferente, tal como pedi inicialmente, caso contrário terei que ver outras opções.
Sim, eu sei que parece uma das mais velhas ameaças de sempre (ou vocês fazem o que eu quero ou eu mudo), e até poderá ser; no entanto, creio que a forma como eu apresentei a situação não é “intimidatória” ou provocativa de uma reacção tipo “se queres mudar, muda. Estou-me a cagar, não ganho menos por isso.”. Apenas expliquei que não estou contente com o serviço e que se o serviço não melhora, serei forçado a procurar alternativas. É simples, o assistente não ficou chateado, quanto muito até foi empático, e logo se verá o que acontece quando vier cá o técnico. Houve depois disso um outro telefonema, desta vez ligou-me outro operador a informar que tinha ficado encarregue da minha situação e para confirmar a deslocação do técnico; novemente expliquei toda a situação e indiquei que quero um equipamento diferente. Desta vez, pareceu-me que o operador ficou aborrecido. Vai na volta foi apenas impressão minhas, mas pareceu-me pelo tom de voz na parte final da chamada que não ficou lá muito satisfeito. De qualquer maneira, a ver vamos como isto decorre.

Resumindo e baralhando, quando temos alguma reclamação a fazer, não adianta insultar, gritar, ou ofender; a pessoa que nos atende não vai fazer mais do que pode só porque nós somos mal-educados. Além disso, nós é que ficamos irritados e cansados de tanto barafustar e não temos qualquer solução na mesma. Portanto, creio que o mais razoável, e melhor para nós, é tentar obter aquilo a que temos direito por todos os meios ao nosso alcance, mas da forma o mais educada possível. Caso a empresa em causa não nos forneça o que queremos, e continuemos insatisfeitos, então é simples: sem stress, sem confusão mudamos para outra empresa que nos forneça o que pretendemos.

Porque é que…

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…há pessoas que, na incapacidade de terem uma ideia original, roubam as ideias dos outros?

Pronto… agora é que é.

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E eu que pensava que já não havia mais chain-mails, daqueles que temos que enviar para cinco mil trezentos e quarenta duas pessoas senão vai-nos nascer um pinheiro ao contrário “where the sun don’t shine”; eis que acabo de receber uma coisa dessas.
Pergunto-me… ainda há quem acredite nessas “profecias” electrónicas?

Amigos vs. Amiguinhos

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A propósito de animais (não humanos, entenda-se) e da protecção dos mesmos. Infelizmente vivemos num País onde a lei é quase nula no que diz respeito aos direitos dos animais; uma pessoa pode maltratar um animal que nada lhe acontece.
Anyway, isto não é novidade nenhuma. A razão pela qual decidi escrever é porque fiquei um tiquinho incomodado com os que ajudam e tentam proteger os animais. Não, não são todos, e não, não estão a maltratar qualquer animal, muito pelo contrário até estão a ajudar muitos animais. O que me incomoda é o facto de estarem a tratar os animais como “amiguinhos”… Vejo posts na internet, recebo e-mails de pessoal a pedir ajuda para adoptar cães e gatos abandonados, para alertar as pessoas dos maus-tratos existentes, etc. Em todos esses posts/pedidos de ajuda/alertas (ou quase todos) eu vejo estarem a referir-se aos animais como “amiguinhos” como se eles fosse um ursinho de peluche ou um brinquedo qualquer. Pois é, essa é uma das razões pelas quais os cães são abandonados: a crianca quer um cachorrinho bébé, porque é pequenino, parece um peluche. Mas entretanto o peluche cresce, a criança não foi ensinada a tomar conta do cão. Até que “bora lá abandonar o cão porque não temos pachorra para um peluche que só come, ladra, mija e caga”

Chiça penico, os animais não são amiguinhos… são AMIGOS. Não há nada mais leal do que um cão ou um gato, principalmente se o tratarmos bem.
Temos dois gatos lá em casa, lidamos com eles como se fossemos gatos; por seu lado eles lidam connosco como se fôssemos pai e mãe. O nosso gato mais velho adora estar ao colo da minha mulher e andar à patada comigo; dá turras e festas também, mas comigo é de macho para macho. O nosso gato mais novo tem uma paixão assolapada por mim, só quer turras e festas e anda atrás de mim pela casa toda.
Isto para dizer que os nossos gatos não são “amiguinhos”, são membros da família.
Peço portanto que quer detestem animais ou gostem deles e estejam a ajuda-los(principalmente se for este o caso), por favor respeitem-nos, não os menosprezem. Eles não são apenas uns “reles amiguinhos” são uns grandes AMIGOS.

Ena, ena… que saudadinhas

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