Geek, Nerd, Abnormal…

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What is this?! Suddenly almost everyone i know that wants to pass as being a “creative” person openly admits that he or she is a “geek”, or that he or she isn’t a normal person. So, for all you “geeks” or “abnormal” persons out there i present you here with my thoughts on the matter.

According to the Cambridge Online Dictionary:
geek
noun
a person, especially a man, who is boring and not fashionable

nerd
noun
a person, especially a man, who is not attractive and awkward or socially embarrassing

Well, so according to this, everyone that calls himself or herself a geek is a person that is boring and not fashionable, right? You got that right, a true geek does not follow any type of fashion trend, however, in the current days, being a geek is in itself a fashion trend. Can someone see the contradictions involved?

People nowadays keep striving to be abnormal, in an attempt to be different. Well, the bad news is that, since everyone is doing exactly the same thing (boasting that one’s not normal), nobody’s being different.

Let’s face it, you’re not going to be special just by posting pictures or comic strips advertising how “abnormal” you are. You’re special just because you’re alive, because you do something that YOU want instead of doing something that others want you to do.

Fondling, spindling and mutilating

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The original:
“I haven’t done this in quite some time now. I’m guessing i’m a bit rusty, but let’s just see how it goes.
The point here is to write some text and then have it all scrambled up to see what the end result is.
Let’s see!”

The Folded, Spindled and Mutilated version:
“itself retreat not done next over daily any objection privately. everything is guessing whoever is this crisis rusty, except swap is partly encounter publicly no-one Goes.
The abortion nicely is to entertain both slope cos partly indicate who either gazed overnight to clean such more case warehouse Is.
Let tumble!”

My final version:
“In itself, retreat not done next over a daily basis, doesn’t have any objection privately. Everything is guessing at whoever is in this crisis with rusty nails, Except that the swap is partly an encounter of something where publicly no-one goes.
The abortion has nothing to do with it. More nicely is to entertain both guys down the slope and that would partly indicate who either gazed overnight to clean this mess or such more case where the warehouse is.
Let it tumble!”

A estória da formiguinha e da abelhinha

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Numa bela tarde ensolarada estava uma formiguinha a passear pelo jardim quando de repente tropeça numa pedra e cai. A formiguinha tenta levantar-se, mas não consegue pois ficou com a patita aleijada. Durante um bocado fica ali deitada com dores, até que chega uma abelha que pousa numa flôr mesmo ao lado.
– Olá formiguinha, o que aconteceu?
– Olá abelhinha. Vê lá tu o que tinha de me acontecer. Estava eu tão apressadinha à procura de comida para levar para o formigueiro quando de repente tropeço nesta pedrinha e pimba; estatelei-me ao comprido e aleijei-me na pata.
– Epá, isso é mau.
– Podes crer. Agora como é que eu procuro comida?
– Hummm.. e que tal se eu te ajudasse a procurar comida? – disse a abelhina pensativa.
– Mas como é que tu me podes ajudar? Vocês abelhas só gostam de pólen, enquanto que nós formigas gostamos de folhas verdes.
– Eu posso pegar em ti e levar-te às costas enquanto tu olhas à volta para ver se encontras a tua comida.
– Está bem..  e então como é que eu subo para as tuas costas?
– É simples, eu vou até aí, abaixo-me e tu sobes.
– Então vá… vamos embora.

E assim de repente apareceu um sapo que comeu a formiguinha. A abelhinha num acto de vingança tentou ferrar o sapo, mas acabou por ser comida também. E depois o sapo ficou com uma intoxicação alimentar porque a formiga já estava doente porque se não estivesse doente não tinha tropeçado na pedra porque as formigas são muito trabalhadoras e muito responsáveis e não tropeçam nas pedras porque estão sempre muito ocupadas à procura de comida. E depois também há formigas que não procuram comida. São as formigas guerreiras que ajudam a defender o formigueiro dos outros animais pequeninos e quando não há outros animais pequeninos as formigas guerreiras andam à bulha umas com as outras porque assim estão sempre em bom estado e depois já não se cansam quando tiverem que defender o formigueiro de outros animais pequeninos. Mas esta formiga só procurava comida.
A abelhinha ainda conseguiu gritar por ajuda e vieram logo as outras abelhas todas atrás do sapo que bem tentou fugir mas não conseguiu por causa da intoxicação alimentar e então o sapo ficou todo picado pelas outras abelhas. Depois apareceram as formigas guerreiras que queriam bater no sapo porque ele comeu a formiguinha e agora a formiguinha já não podia ir buscar comida para as outras formigas, mas quando lá chegaram já não conseguiram bater no sapo porque ele já estava muito fraco por causa da intoxicação e das picadelas de abelha e então começaram à bulha umas com as outras para continuarem a treinar e as abelhas sentaram-se nas flores a ver as formiguinhas guerreiras à bulha umas com as outras porque aquilo mais parecia os senhores que andam à bulha na televisão, aqueles senhores que são muito grandes e se vestem com roupas justinhas e batem uns nos outros e saltam das cordas uns para cima dos outros.
A minha mãe diz que eu não posso ver os senhores à bulha uns com os outros porque acha que é muita violência para uma criança de seis anos e então eu venho para o jardim ver as formigas à bulha umas com as outras porque isso já não dá na televisão e a minha mãe já não se importa.

Has this happened to you before?

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While surfing the web, I found something that I actualy like and then, just as I enter that page, the first thing that comes across my eyes is a huge banner or facebook button “ordering” the visitor to press “like”. My instant reaction was to close the page.

Then I started thinking, WTF, why is the freakin’ “like ” button so important that people and companies place it above all other things in their webpages?

Títulos em Portugal

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Aqui está algo que nunca percebi… Em 2008 saiu para aí um filmezeco de vampiros e lobisomens. Chama-se “Twilight”, que traduzido para Português significa “Crepúsculo”. Claro que em Portugal o filme ficou com o título Português (o que acho muito bem). Desde aí até agora já sairam mais três filmes da saga. O título da saga tem como origem o título do primeiro filme, ou seja, “The Twilight Saga”. Ora, se por cá o primeiro filme se chama “Crepúsculo”, porque razão não atribuíram esse título à saga, ficando assim “A Saga Crepúsculo”. Quem é que disse que ter os títulos metade em Português e outra em Inglês é bom? Vai na volta é porque tá na moda…

Perguntas

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“Vamos ser HUMANOS.” (quando se referem a termos compaixão, etc.) De onde vem esta expressão? Porque razão somos nós tão arrogantes ao ponto de pensar que enquanto espécie somos o supra-sumo da caganita do Universo? Será que o ser humano não se apercebe que é é apenas um monte de células tal como qualquer outro animal neste planeta?

Pérolas da escrita

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Andei a ver alguns mails antigos e achei algumas pérolas que guardei ao longo dos anos. Acho que há aqui escritores de futuro:

  • Log Note # 10 — We go to close damages it – Ahn?!?!?
  • Log Note # 9 — The customer informs that the circuit at this moment this to funcionar as she must be. – WTF?!
  • Após o tecnico ter feito um reset a central ficou com tusa OK. – Ai a marota da central.. he he.
  • o alarmes neste momento anda intermitente, neste momento limpo, mas tem andado a cair. – Afinal como é que está?! Decidam-se.
  • cliente ligou a informar que a avaria ainda se matem – Isso é perigoso, dá direito a prisão.
  • Segundo o xxxxxx, a cbalagem é do cliente pelo que a ficha rita deverá contactar a firma que dá suporte à cablagem – Então já temos fichas que falam ao telefone?
  • Log Note # 7 — We go call the custemor in the morning – Power off – Pronto, desliguei-me!
  • Liguei para o cliente e diz que só durante a tarde é que pode confirmar amanha de manha – Hummm… alguém está confuso.

Publicidade. Para que te quero?

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Se bem me lembro do que aprendi na escola, a publicidade tem como objectivo anunciar um produto de forma a que as pessoas saibam que ele existe e que está à venda.
Com o aumento da oferta, tornou-se necessário inventar/criar novos anúncios cada vez mais apelativos. Normalmente cria-se uma história breve que demonstra todas ou uma grande parte das qualidades daquele produto e justifica porque razão devemos comprá-lo.
De acordo com os entendidos em marketing, um anúncio bem sucedido é aquele que quando vemos apenas os primeiros segundos, já sabemos qual é o produto.
Há anúncios de todos os tipos, mas há um que anda agora na TV que para mim é das coisas mais asquerosas que existe. O anúncio até pode ser um sucesso, porque eu de facto lembro-me qual é a marca, mas depois de ver o dito, perdi qualquer vontade que eu pudesse ter de comprar o produto em causa. Vai na volta eu só me lembro da marca porque não há mais nenhuma conhecida desta forma.
Trata-se de um anúncio de desodorizante ambiental (creio que não é preciso referir a marca). E vai assim:

Uma mulher vai pela primeira vez visitar a casa nova que a sua amiga acabou de comprar.

– Olá, bem vinda, entra!
– Olá…
– Esta é a sala!
– Hummm, e que bem que vai ficar aqui o novo ******.

E sentam-se as duas no sofá a sentir o belo cheiro do novo *****.

OK.
Primeira coisa errada nesta coisa: Quem é o amigo ou amiga que vai visitar um amigo ou amiga pela primeira vez na sua casa nova e impõe (sim, nem sequer é recomendação, é mesmo “pões e calas”) a colocação de um desodorizante de ambiente? Quer este amigo ou amiga dizer que a casa nova cheira mal? Pelo aspecto da casa, a dona é solteira e sem filhos, portanto não há crianças (incluindo o marido) para cagar e desarrumar a casa (Bem eu sou marido e não cago a casa, mas enfim), portanto não me parece que a casa precise de ambientadores para já.

Comprei casa há dois ou três anos, por acaso ainda não fiz nenhum jantar ou algo parecido, mas se eu CONVIDASSE um amigo para ir ver a minha casa nova e a primeira coisa que ele fizesse fosse pôr uma merda daquelas numa tomada, seria também a penúltima; porque a última seria levar com o ambientador naquele sítio “where the sun don’t shine” e adeus, bye-bye.

Segunda coisa errada: O anúncio em si, dá a entender que quem não tiver uma coisa daquelas em casa não é elegante nem chique (mas isto até acontecia se estivessem a vender um b.m. – balde de merda mesmo).

Fico intrigado com as pessoas que realmente compram coisas só porque elas aparecem na publicidade. Sim, há realmente pessoas que compram produtos só porque eles aparecem na televisão.

Resumindo, eu devo ser a pessoa mais “deselegante” do país. Não compro produtos só porque é elegante  ou porque os outros os compram. Já vi anúncios muito bons, na maior parte dos casos até me lembro da marca, mas vou logo a correr às compras.

O passeio

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Hoje fui passear, quer dizer, fui levar a minha irmã e a minha sobrinha à Zambujeira do Mar (quer dizer… lá perto), o que acabou por ser um passeio e uma aventura.

Para variar um bocadinho enganámo-nos no caminho e tivémos que andar um pouco para trás. É muito fácil (pelo menos no Alentejo) estarmos numa estrada nacional, perdermos a saída que queremos e só passados muitos kilómetros é que encontramos uma seta ou uma placa qualquer que nos indica onde estamos. Olhamos para o mapa e vemos que já estamos quase no Algarve. Lá se dá meia-volta e pronto, está resolvido.
O regresso já correu sem problemas, porque afinal todos os caminhos vão dar a Roma, ou melhor, Lisboa.
No regresso, vinha a ouvir rádio e, com a tua companhia, foi maravilhoso. Enquanto percorria pelos montes alentejanos, ou talvez, serras baixinhas, vinha contigo sempre presente. As estradas por onde vim estavam praticamente vazias, consegui ver as cegonhas nos seus ninhos em cima dos postes de electricidade; algumas vacas deitadas ao sol, umas ovelhas a pastar e durante todo esse percurso vinha a partilhar a viagem contigo. Ao ouvir a tua voz sentia-me acompanhado, seguro e quentinho. Em vez de ir directo à auto-estrada, vim pela estrada nacional até Grândola; estava já a ficar com um pouco de sono. Acendi um cigarro e senti a falta de um café; afinal ainda só tinha bebido dois cafés e já eram quase sete da tarde. Ao entrar na auto-estrada comecei a andar um pouco mais depressa, ainda cansado e com algum sono parei na estação de serviço em Alcácer do Sal, onde bebi um café e comi qualquer coisa.
Pouco depois de saír da estação de serviço a viagem mudou um pouco; continuava a sentir-me acompanhado, seguro e quentinho, já não tinha sono, estava mais desperto, mas mesmo assim algo mais tinha mudado.
Foi então que comecei a vasculhar dentro de mim para tentar perceber o que era que tinha mudado, e percebi: deixei de ouvir a tua voz e, quando olhei para o relógio vi que eram oito horas. Nessa altura o que eu senti é quase indescritível: Sentia-te a dormir descansada ao meu lado. Estavas com o banco ligeiramente reclinado para trás, a cabeça virada ligeiramente para o meu lado e uma respiração profunda. Dormias que nem um anjo, segura e quentinha enquanto eu conduzia a caminho de casa. É um sentimento tão bom e aconchegante sentir-te a dormir ao meu lado.
É uma companhia que só tu me fazes e que ninguém mais neste mundo faz ou alguma vez poderá fazer.

E mesmo assim a cegueira continua.

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Temos um governo novo, com apenas algumas semanas em suporto funcionamento e já começaram a entalar o mexilhão e no diz que disse. Refiro-me ao imposto sobre o subsidio de natal.
Sim, é um facto que os media empolam as notícias, anunciam que vai ser isto, quando se calhar até não foi isso que foi dito. No entanto, após ver um video gravado no maravilhoso canal da assembleia, onde algumas vezes podemos ver aqueles “senhores” a dormir ou na conversa com o vizinho do lado enquanto um outro senhor está num discurso de retórica dos mais eloquentes possíveis onde utiliza frases de cento e cinquenta palavras para dizer algo que poderia ser dito em cinco, consegui verificar o Sr. Pedro Passos Coelho a dizer as palavras políticas mais famosas do mundo e de sempre, “… eu não disse …” e “… o que eu disse foi …”.

Portanto, vamos lá a ver se eu percebi bem. A proposta do governo é aplicar um imposto sobre o nosso subsídio de natal (13º mês) e a incidência de esse imposto será de 50% sobre o excedente ao salário mínimo nacional.

Ah, é verdade, nas próximas duas semanas irá conhecer-se por inteiro e detalhadamente a proposta do governo.

Agora, pergunto eu: “Nas próximas duas semanas?!?!”

Porque raio? Demora assim tanto tempo a elaborar uma proposta destas? Então afinal não estava já tudo pronto e decidido? Ou isto foi só para atirar a barra à parede para ver se pega?
Se um primeiro ministro se chega à frente, com ar e atitude de “eu é que sei” e diz que se vai aplicar um imposto extraordinário e que já está decidido, etc. começa a dizer que os detalhes serão conhecidos nas próximas duas semanas quando lhe começam a fazer perguntas é porque afinal não fez o trabalho de casa.
Aliás, basta ver o vídeo (Agora perdi o raio do link e estou com preguiça de ir à procura), onde se vê o Dono da Verdade Suprema a vacilar no seu discurso, notam-se claramente as pausas para respirar (fingidas) para pensar no que dizer. O que é verdade é que ele pode dizer o que bem lhe apetecer, porque afinal os detalhes finais só serão conhecidos nas próximas duas semanas.

Isto que está a acontecer é só o começo. Ainda temos mais quatro anos desta merda.

Espero que estejam todos satisfeitos com o que votaram.