The day’s events

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Not much has happened today. As with the most of my days recently, nothing really happens. I wake up, go to work, work a bit, have lunch, continue working, have tea, work some more and go home. At home, cook dinner for two, cuddle, eat dinner, play some games with friends and go to bed.

This is, for many, a pretty boring life. For me… well, I kinda like it. I am extremely bored and tired of my work; actually I’m kind of depressed about it, but without the downers, I’m more of the apathetic kind. Not a bad thing, but not a good one either. Of my actual project, I’ve done very little, there is not much to do actually, specially since this project is probably going down the drain (a pretty little speculation of mine). Anyway, I’m not getting into the who and what and why right now; that will be probably for another day.

So what have I been doing these last months? One might ask.. I have been working on personal projects, and some other stuff for my old team. I am quite content, since I’m studying and learning new things, developing new stuff and it feels quite good.

But honestly, what do I need? I need to do stuff that I like, but also stuff that matters. I need to be paid in accordance to what I do and not according to some shitty table that someone invented.

Linguistics… Go.!

I AM HAPPY AT MY JOB. I RECEIVE A LOT OF MONEY FOR MY JOB. I AM FULLY RECOGNIZED IN WHAT I DO.

 

The Holocaust

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Today is the International Holocaust Remembrance Day.

According to the News, Wikipedia, Books, Newspapers, Magazines and almost everything else the Holocaust was the genocide of an estimated 6 million Jews, 1 million Gypsies, 250,000 mentally and physically disabled people, and 9,000 homosexual men by the Nazi regime.

Even though I agree that such a thing should not be forgotten, why do we not remember other horrific events that happened during that time period?

Are we saying with this that the Germans were the only “bad guys” in that war? Do not misunderstand me, what the Germans did was pure cruelty; but on the other hand, so was the two atomic bombings by the Americans, so was the use of Gulags by the Russians, so is the occupation of Palestinian territories by Israel under the excuse of the Bible and the Holocaust; Yes, Israel as we know it today was born out of WWII. There is no innocent party involved in the second world war. I’m talking about leaders, generals, politicians, etc. They are all guilty of committing crimes against humanity.

In having said this, I remember this day as the World War II remembrance day, and not just the holocaust.

Tomorrow is friday.

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No, of course it’s not friday tomorrow, but if i keep on saying it, someday it will be friday.

For a long time I have written; a lot. I would write about how I felt or about some opinion I had, or even some random gibberish; it was kind of cathartic. For some reason I’ve stopped writing my own blog or my personal notepad or anything. I don’t care what made me stop writing, I’ve simply wanted to stop, and I did.

Now I’m trying to resume my writing, and when I say “trying” I mean it. I’m not making any effort and again, I have no reason whatsoever beyond the “I feel like it”.

My days at work are becoming more and more boring. I have very little left to do, maybe I will even try to start a short novel based on my life at the company I work, alas, a highly romanticized version of it.

We’ll see how this goes.

Rebooting

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This is a first post of my renewed blog. I have decided to re-start this blog here since this way I have more control over it.

I have also decided to write something to celebrate the reboot of my blog.

OH.. did I mention that I started that blog back in 2003? Yeeess, that’s right. Eleven years down that road.

But, anyways. I’ve decided to write this, because… Reasons..!!

Soo. It’s friday, the weekend starts today, which means, two days off work.. Yipeeee..

 

Aaah, f** it.

See y’all later.

Publicidade. Para que te quero?

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Se bem me lembro do que aprendi na escola, a publicidade tem como objectivo anunciar um produto de forma a que as pessoas saibam que ele existe e que está à venda.
Com o aumento da oferta, tornou-se necessário inventar/criar novos anúncios cada vez mais apelativos. Normalmente cria-se uma história breve que demonstra todas ou uma grande parte das qualidades daquele produto e justifica porque razão devemos comprá-lo.
De acordo com os entendidos em marketing, um anúncio bem sucedido é aquele que quando vemos apenas os primeiros segundos, já sabemos qual é o produto.
Há anúncios de todos os tipos, mas há um que anda agora na TV que para mim é das coisas mais asquerosas que existe. O anúncio até pode ser um sucesso, porque eu de facto lembro-me qual é a marca, mas depois de ver o dito, perdi qualquer vontade que eu pudesse ter de comprar o produto em causa. Vai na volta eu só me lembro da marca porque não há mais nenhuma conhecida desta forma.
Trata-se de um anúncio de desodorizante ambiental (creio que não é preciso referir a marca). E vai assim:

Uma mulher vai pela primeira vez visitar a casa nova que a sua amiga acabou de comprar.

– Olá, bem vinda, entra!
– Olá…
– Esta é a sala!
– Hummm, e que bem que vai ficar aqui o novo ******.

E sentam-se as duas no sofá a sentir o belo cheiro do novo *****.

OK.
Primeira coisa errada nesta coisa: Quem é o amigo ou amiga que vai visitar um amigo ou amiga pela primeira vez na sua casa nova e impõe (sim, nem sequer é recomendação, é mesmo “pões e calas”) a colocação de um desodorizante de ambiente? Quer este amigo ou amiga dizer que a casa nova cheira mal? Pelo aspecto da casa, a dona é solteira e sem filhos, portanto não há crianças (incluindo o marido) para cagar e desarrumar a casa (Bem eu sou marido e não cago a casa, mas enfim), portanto não me parece que a casa precise de ambientadores para já.

Comprei casa há dois ou três anos, por acaso ainda não fiz nenhum jantar ou algo parecido, mas se eu CONVIDASSE um amigo para ir ver a minha casa nova e a primeira coisa que ele fizesse fosse pôr uma merda daquelas numa tomada, seria também a penúltima; porque a última seria levar com o ambientador naquele sítio “where the sun don’t shine” e adeus, bye-bye.

Segunda coisa errada: O anúncio em si, dá a entender que quem não tiver uma coisa daquelas em casa não é elegante nem chique (mas isto até acontecia se estivessem a vender um b.m. – balde de merda mesmo).

Fico intrigado com as pessoas que realmente compram coisas só porque elas aparecem na publicidade. Sim, há realmente pessoas que compram produtos só porque eles aparecem na televisão.

Resumindo, eu devo ser a pessoa mais “deselegante” do país. Não compro produtos só porque é elegante  ou porque os outros os compram. Já vi anúncios muito bons, na maior parte dos casos até me lembro da marca, mas vou logo a correr às compras.

O passeio

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Hoje fui passear, quer dizer, fui levar a minha irmã e a minha sobrinha à Zambujeira do Mar (quer dizer… lá perto), o que acabou por ser um passeio e uma aventura.

Para variar um bocadinho enganámo-nos no caminho e tivémos que andar um pouco para trás. É muito fácil (pelo menos no Alentejo) estarmos numa estrada nacional, perdermos a saída que queremos e só passados muitos kilómetros é que encontramos uma seta ou uma placa qualquer que nos indica onde estamos. Olhamos para o mapa e vemos que já estamos quase no Algarve. Lá se dá meia-volta e pronto, está resolvido.
O regresso já correu sem problemas, porque afinal todos os caminhos vão dar a Roma, ou melhor, Lisboa.
No regresso, vinha a ouvir rádio e, com a tua companhia, foi maravilhoso. Enquanto percorria pelos montes alentejanos, ou talvez, serras baixinhas, vinha contigo sempre presente. As estradas por onde vim estavam praticamente vazias, consegui ver as cegonhas nos seus ninhos em cima dos postes de electricidade; algumas vacas deitadas ao sol, umas ovelhas a pastar e durante todo esse percurso vinha a partilhar a viagem contigo. Ao ouvir a tua voz sentia-me acompanhado, seguro e quentinho. Em vez de ir directo à auto-estrada, vim pela estrada nacional até Grândola; estava já a ficar com um pouco de sono. Acendi um cigarro e senti a falta de um café; afinal ainda só tinha bebido dois cafés e já eram quase sete da tarde. Ao entrar na auto-estrada comecei a andar um pouco mais depressa, ainda cansado e com algum sono parei na estação de serviço em Alcácer do Sal, onde bebi um café e comi qualquer coisa.
Pouco depois de saír da estação de serviço a viagem mudou um pouco; continuava a sentir-me acompanhado, seguro e quentinho, já não tinha sono, estava mais desperto, mas mesmo assim algo mais tinha mudado.
Foi então que comecei a vasculhar dentro de mim para tentar perceber o que era que tinha mudado, e percebi: deixei de ouvir a tua voz e, quando olhei para o relógio vi que eram oito horas. Nessa altura o que eu senti é quase indescritível: Sentia-te a dormir descansada ao meu lado. Estavas com o banco ligeiramente reclinado para trás, a cabeça virada ligeiramente para o meu lado e uma respiração profunda. Dormias que nem um anjo, segura e quentinha enquanto eu conduzia a caminho de casa. É um sentimento tão bom e aconchegante sentir-te a dormir ao meu lado.
É uma companhia que só tu me fazes e que ninguém mais neste mundo faz ou alguma vez poderá fazer.

E mesmo assim a cegueira continua.

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Temos um governo novo, com apenas algumas semanas em suporto funcionamento e já começaram a entalar o mexilhão e no diz que disse. Refiro-me ao imposto sobre o subsidio de natal.
Sim, é um facto que os media empolam as notícias, anunciam que vai ser isto, quando se calhar até não foi isso que foi dito. No entanto, após ver um video gravado no maravilhoso canal da assembleia, onde algumas vezes podemos ver aqueles “senhores” a dormir ou na conversa com o vizinho do lado enquanto um outro senhor está num discurso de retórica dos mais eloquentes possíveis onde utiliza frases de cento e cinquenta palavras para dizer algo que poderia ser dito em cinco, consegui verificar o Sr. Pedro Passos Coelho a dizer as palavras políticas mais famosas do mundo e de sempre, “… eu não disse …” e “… o que eu disse foi …”.

Portanto, vamos lá a ver se eu percebi bem. A proposta do governo é aplicar um imposto sobre o nosso subsídio de natal (13º mês) e a incidência de esse imposto será de 50% sobre o excedente ao salário mínimo nacional.

Ah, é verdade, nas próximas duas semanas irá conhecer-se por inteiro e detalhadamente a proposta do governo.

Agora, pergunto eu: “Nas próximas duas semanas?!?!”

Porque raio? Demora assim tanto tempo a elaborar uma proposta destas? Então afinal não estava já tudo pronto e decidido? Ou isto foi só para atirar a barra à parede para ver se pega?
Se um primeiro ministro se chega à frente, com ar e atitude de “eu é que sei” e diz que se vai aplicar um imposto extraordinário e que já está decidido, etc. começa a dizer que os detalhes serão conhecidos nas próximas duas semanas quando lhe começam a fazer perguntas é porque afinal não fez o trabalho de casa.
Aliás, basta ver o vídeo (Agora perdi o raio do link e estou com preguiça de ir à procura), onde se vê o Dono da Verdade Suprema a vacilar no seu discurso, notam-se claramente as pausas para respirar (fingidas) para pensar no que dizer. O que é verdade é que ele pode dizer o que bem lhe apetecer, porque afinal os detalhes finais só serão conhecidos nas próximas duas semanas.

Isto que está a acontecer é só o começo. Ainda temos mais quatro anos desta merda.

Espero que estejam todos satisfeitos com o que votaram.

Fónix, não chega já?

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O homem perdeu as eleições, demitiu-se, retirou-se da vida política, no entanto toca lá de bater nele. Aquilo que mais se vê por aí em posts, comentários, algumas notícias de jornais são textos a bater no ceguinho. Já todos nós sabemos que o Sócrates é isto e aquilo, já todos nós sabemos que ele fez isto e aquilo e que não fez qualquer coisa.

Será que anda tudo tão ceguinho assim? Anda tudo burro das ideias?

Peço desculpa se estou a ofender alguém, não é essa a intenção, mas isto já cansa. Sempre a bater na mesma tecla.

Se o patrão é mau, pois a culpa é do Sócas! Se a vida corre mal, a culpa é do Sócas! Se estou com prisão de ventre; ah a culpa é so Sócas.

Será que ele é a única pessoa do País que fez asneira? Ele conseguiu realmente fazer isto tudo sózinho? Não teve a ajuda de mais ninguém? Chiça que o gajo é bom!!!! (NOT!!!!!!)

Já chega, mudem de assunto, falem de outras coisas diferentes, ou o Sócrates foi promovido a Piñata?

P.S. – Esta crise não se fez em seis anos, está bem?

Procura-se escravo

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Por acaso não estou à procura de trabalho, mas de vez em quando gosto de ver o que há de ofertas e enviar uns CVs para aqui e para ali.
Hoje deparei-me com uma oferta de emprego (dizem eles) que é das coisas mais absurdas que eu já vi; é algo assim:

Programador de Informática, mínimo 12º Ano de escolaridade, bom conhecimento de Inglês, lido, falado e escrito, com experiência forte em Microsoft .NET 2.0 (ou superior), C#, Microsoft SQL Server 2005/2008, TSQL e Ajax com ASP.NET.
Contrato a termo (6 meses), full-time, 500€ + 6€ de Subs. de Refeição.

Basicamente pedem um supra-sumo da caganita, que saiba programar em várias línguas, que esteja disponível para trabalhar apenas durante seis meses por meia dúzia de tostões.

Esta gente droga-se? Andam, se calhar, a snifar tubos de escape?

Bem sei que estamos em crise, bem sei que as coisas não estão fáceis para as empresas, mas isto é literalmente estar a gozar com uma pessoa. Infelizmente, este tipo de ofertas abundam e dão resultado porque há sempre quem as aceite (não têm outra opção); Sinceramente este tipo de coisas dá-me a volta ao miolo. Não compreendo como é que estamos a entrar num sistema de escravatura paga. E não me venham cá dizer que a culpa é do Sócrates porque este tipo de “ofertas” já existia muito antes desse fulano ter ido para o governo. Não, a culpa não é única e exclusivamente do Governo. A culpa, se houver alguma, é de todos nós.
É de todos nós porque fomos nós que elegemos o governo actual e todos os outros governos desde 1974 para a frente, porque somos um povo que vive da cultura de tentar entalar o próximo (consecutivamente), da cultura da má-lingua acompanhada de umas minis e uns tremoços.

Enfim, nem vale a pena entrar por aí.

Há dias destes

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Creio que todos nós passamos por dias assim, mais “mortiços”; Não me apetece fazer nada, acho que estou com um caso de preguicite monstra aguda. É que nem sequer me apetecia estar na praia a apanhar sol. Isto porque se estivesse na praia neste momento, estaria deitado na areia, a encher-me de areia por todos os lados e a torrar com o sol que está, e depois dava-me vontade de ir ao banho, mas depois a água está gelada como é habitual, além disso ter que me levantar para ir até à água dá muito trabalho, e a distância ainda é considerável. Percorrer aqueles dez metros até à água é muito cansativo para quem está neste estado de preguiça; e ainda por cima para ter que entrar na água aos “cadinhos” porque está gelada. Mas apesar desta preguiça toda, estou a constatar que a minha mente não está tão preguiçosa assim. Vai na volta até não estou tão preguiçoso assim. Acho que estou num daqueles estados meio marados em que me apetece fazer tudo e ao mesmo tempo não me apetece fazer nada. Não é que esteja cansado, porque na verdade até não estou. Pelo menos está a dar-me para escrever, o que é bom porque já não o fazia há algum tempo.
Ah… já chega… vou para casa.